segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Freddie Mercury faria 70 anos…

Queen(Foto: Queen)

Hoje seria o aniversário de Freddie Mercury, cantor, pianista e compositor britânico, que ficou mundialmente conhecido como fundador e vocalista da banda de rock Queen.

Freddie Mercury, considerado um dos melhores artistas de todos os tempos, integrou a banda desde 1970 até 1991, o ano de sua morte.

Até hoje, é lembrado com carinho e saudades pela sua legião de fãs, assim como eu.

Freddie Mercury, com seu talento e energia, é insubstituível. Inigualável.

For ever, the best!

Don't Stop Me Now

Tonight I'm gonna have myself a real good time
I feel alive
And the world is turning inside out Yeah!
And floating around in ecstasy
So don't stop me now
Don't stop me

'Cause I'm having a good time having a good time
I'm a shooting star leaping through the sky
Like a tiger defying the laws of gravity
I'm a racing car passing by like Lady Godiva
I'm gonna go go go
There's no stopping me
I'm burning through the sky Yeah!
Two hundred degrees
That's why they call me Mister Fahrenheit
I'm trav'ling at the speed of light
I wanna make a supersonic man out of you

Don't stop me now
I'm having such a good time
I'm having a ball
don't stop me now
If you wanna have a good time just give me a call
Don't stop me now ('cause I'm havin' a good time)
Don't stop me now (yes I'm havin' a good time)
I don't want to stop at all

I'm a rocket ship on my way to Mars
On a collision course
I am a satellite I'm out of control
I am a sex machine ready to reload
Like an atom bomb about to
Oh oh oh oh oh explode

I'm burning through the sky Yeah!
Two hundred degrees
That's why they call me Mister Fahrenheit
I'm trav'ling at the speed of light
I'm gonna make a supersonic woman of you

Don't stop me, don't stop me

I'm burning through the sky Yeah!
Two hundred degrees
That's why they call me Mister Fahrenheit
I'm trav'ling at the speed of light
I wanna make a supersonic man out of you

Don't stop me now
I'm having such a good time
I'm having a ball
don't stop me now
If you wanna have a good time just give me a call
Don't stop me now ('cause I'm havin' a good time)
Don't stop me now (yes I'm havin' a good time)
I don't want to stop at all

domingo, 4 de setembro de 2016

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Quem sou eu?*

Para começar o fim de semana com poesia…

Mas sem perder o foco na reflexão sobre a vida da gente.

DSC06938

Eu às vezes não entendo!
As pessoas têm um jeito
De falar de todo mundo
Que não deve ser direito.

Aí eu fico pensando
Que isso não está bem.
As pessoas são quem são,
Ou são o que elas têm?

Eu queria que comigo
Fosse tudo diferente.
Se alguém pensasse em mim,
Soubesse que eu sou gente.

Falasse do que eu penso,
Lembrasse do que eu falo,
Pensasse no que eu faço
Soubesse por que me calo!

Porque eu não sou o que visto.
Eu sou do jeito que estou!
Não sou também o que eu tenho.
Eu sou mesmo quem eu sou!

(*Pedro Bandeira, Literatura Em Minha Casa, Palavras De Encantamento, Poesias, Editora Moderna, Ministério da Educação, FNDE.)

i-am(Imagem: Reprodução)

(Dedicado ao meu amigo Léo Martins que, como eu, ama poesia e outras coisas mais...)

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

A verdade de cada um (e o jeito de lutar por ela)

cyber_bullying_by_xnightmares(Créditos na imagem)

Em momentos de crise, a gente se revela. Muitas vezes, para nós mesmos. Outras tantas, para os demais.

Perante o inesperado, gritamos, gargalhamos ou damos um passo para trás. Susto! Sufoco! Puro reflexo, talvez.

Perante o esperado conflituoso, suamos, sentimos medo do enfrentamento, recuamos. Ou, ao contrário, arranjamos forças, não sabemos de onde, e seguimos à diante. Encaramos. Resolvemos. Esperneamos. Jogamos pra longe.

Situações nos ocorrem, cotidianamente, nos chamando pra vida. E não há como fugir. O enfrentamento é constante. Se estamos por perto, testemunhamos a vida dos outros, suas reações e emoções. Estão aí as redes sociais que não nos deixam mentir. Uma rede – de verdade – de gente que se posiciona e, de outros, que se metem no seu posicionamento, convidados ou não, se posicionando também. Verdadeira rede de conflitos!

Confesso que, às vezes, falta-me paciência para frequentar esses espaços públicos, mediante tamanha arrogância alheia. Cada qual representando sua classe social, ideias e valores, naquele espaço restrito e, muitas vezes, sem o cuidado para não ferir quem não pensa da mesma forma. Vão em frente abrindo seus próprios caminhos... Respeito passando longe!

É claro que existem os bem-humorados, que investem na sagacidade e ironia para mandarem seus recados. Prefiro esses. Ainda que, muitas vezes, discorde das suas verdades. Mas gosto da forma como se expressam. Admiro.

Há ainda o tipo didático que, muitas vezes, explica, tim tim por tim tim, aquilo que a gente já está cansado de saber e não tem o menor interesse em ouvir novamente. Vá lá! Respeito-os também, especialmente se forem competentes em seus argumentos. São esforçados. Reconheço que já aprendi muita coisa com esse tipo.

Há os que vivem no seu próprio mundinho (cor-de-rosa) e limitam-se a dar “bom dia” e “boa noite” e a fotografar seus sorrisos e pratos de comida.  São egoístas. Ou, quem sabe, receosos demais. Não compartilham. Não se expõem. Prudentes ao extremo? Passaram do ponto… Ô vida besta!

Mas os que eu não admito que circulem pelas minhas páginas pessoais ou se denominem “amigos” meus, seguidores e afins são os ignorantes, grosseiros, os manipulados, analfabetos políticos, que tratam suas verdades como dogmas irrefutáveis e adotam postura ofensiva. São como tratores, destrutivos e, com certeza, devem ser contidos. No caso, bloqueados ou “amizade desfeita”. Algumas vezes, saindo do mundo virtual para o mundo real, sem qualquer lamento meu, garanto. Sou seletiva.

Afinal, o mundo virtual entrou de vez para a vida da gente e precisamos aprender a lidar cotidianamente com ele também. Cortar o mal pela raiz faz bem em qualquer lugar.

E sigamos na luta.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Então, voltamos…

"Num tempo
Página infeliz da nossa história
Passagem desbotada na memória
Das nossas novas gerações
Dormia
A nossa pátria mãe tão distraída
Sem perceber que era subtraída
Em tenebrosas transações
Seus filhos
Erravam cegos pelo continente
Levavam pedras feito penitentes
Erguendo estranhas catedrais
E um dia, afinal
Tinham direito a uma alegria fugaz
Uma ofegante epidemia
(...)
Palmas pra ala dos barões famintos
O bloco dos napoleões retintos
E os pigmeus do bulevar
Meu Deus, vem olhar
Vem ver de perto uma cidade a cantar
A evolução da liberdade
Até o dia clarear ! (...)
O estandarte do sanatório geral vai passar.

(Chico Buarque de Holanda)

E eu só posso lamentar…

Não! Posso mais. Continuar acreditando. E ir à luta.

o correr da vida(Imagem: Reprodução)

"O Brasil tem um enorme passado pela frente"

(Millôr)

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Sobre a Democracia

Porque, hoje, a leitura deste texto torna-se pertinente.

Brasil1(Imagem: Reprodução)

(Por Altair Freitas*)

“A palavra Democracia é uma das expressões mais espezinhadas da história. Desde a sua criação em Atenas e, até o dia de hoje, com essa sessão de cartas marcadas no senado, todo mundo fala dela. Muitos dizem que a defendem e poucos, muito poucos, compreendem sua essência.

Entre os Atenienses - que a criaram - só era possível falar em democracia a partir de um intenso equilíbrio no uso da riqueza produzida na cidade. O predomínio de uma elite econômica concentradora de riqueza NUNCA foi base para a democracia, posto que não basta votar e poder falar o que se pensa.

Para os pais da democracia, a sua essência estava no equilíbrio econômico que criava as condições - aí sim - para a liberdade individual, a formação intelectual qualificada e a capacitação para o exercício da política. A democracia - do seculo V a.C - não foi possível antes desse profundo equilíbrio obtido a partir do século VI e nem depois, quando da derrocada ateniense e o retorno da desigualdade profunda entre os cidadãos, no século IV a.C.

Logo, confundir democracia com capitalismo é pura demagogia ideológica. Confundir democracia com o mero exercício do voto, no qual o seu direcionamento está diretamente vinculado à força da concentração do capital, da riqueza, nas mãos de poucos, serve profundamente a esses poucos e pouco serve, de fato, a quem realmente gera a riqueza social.

Por isso, sendo um democrata, luto pela democracia. E sendo um democrata, tenho ciência de que estamos longe dela, da essência democrática. De aparência já estamos abarrotados!”

*Professor e historiador, de São Paulo.

domingo, 28 de agosto de 2016

Salto de helicóptero sobre a Praia da Costa

Marcus M(Foto: Marcus Morandi)

Acompanhem o belo salto de paraquedas de Marcus Morandi, sobre a Praia da Costa, em Vila Velha.

E, de quebra, apreciem as lindas imagens da orla e da cidade. É de arrepiar!

Muito bom morar aqui.

“Uma vez que você tenha experimentado voar, você andará pela terra com seus olhos voltados para céu, pois lá você esteve e para lá você desejará voltar.”

Leonardo da Vinci

sábado, 27 de agosto de 2016

Êta mundo bom! chegou ao fim.

Amo novela de época. Especialmente aquelas que são fiéis ao momento retratado. Sentirei saudades de Êta mundo bom!

A novela foi escrita por Walcyr Carrasco e Maria Elisa Berredo. Gostei da história e de como foi contada, mas gostaria de salientar alguns pontos.

Filomena, a mocinha, era uma personagem fraca. Durante toda a trama fez péssimas escolhas e não tinha lá muita firmeza nos seus sentimentos. Foi salva pela história, mas com muitas ressalvas. Contribuiu mais pela beleza e formosura de Débora Nascimento, emprestada à personagem.

Filomena(Foto: Reprodução Gshow)

Já o Cândinho, de Sérgio Guizé, cumpriu o esperado para o papel. Nada além. Contracenando com grandes mestres, como Marcos Nanini (professor Pancrácio e seu irmão gêmeo), Eliane Giardini (Anastácia), Elizabeth Savala (Cunegundes) e Ary Fontoura (Quinzinho), tenho certeza, que não lhe faltaram oportunidades para crescer como ator.

Cândinho(Foto: Sergio Zalis / TV Globo/Divulgação)

Ressalto, entre aquelas personagens que encantaram, a Maria, de Bianca Bin, e Mafalda, de Camila Queiroz. Maria simbolizou a mulher completa: inteligente, atuante, guerreira, apaixonada, sagaz, mãe e irmã zelosa, insubstituível na trama. E Mafalda, a pureza, a beleza, a dignidade e a justiça, em seu estado “bruto”.

Passada em núcleos urbanos e rural, a novela manteve o ritmo, com várias tramas, que aconteceram e foram se desenrolando, ao longo da história. Pouca coisa deixada para o último capítulo.

Poucas personagens, enredo leve e envolvente, com mensagem otimista. Está aí o resumo de Êta mundo bom!, que deu muito certo, no horário.

Estamos todos carentes de ver e ouvir coisas boas na TV…

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Nunca!

Fica a dica:

nunca(Imagem: Reprodução)

Especialmente, se for alguém…

Obstine-se. E seja feliz.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Jeito de amar

jeito de amar(Imagem: Reprodução)

Amo quem me ama. Gosto de quem me quer bem.

Está bom assim. Sou paciente e educada. Procuro ser amada, para amar sem limites, mas não mendigo amor… Se não me gosta, descarto. Simples assim.

Posso parecer fria. Não sou. Ao contrário, sou afetuosa. Sofro com injustiças e ingratidões. Mas, não nego, tenho facilidade para o descarte. Decepções causam este efeito. E é imediato. E sem volta.

A receita é válida para amizades e amores. Como sou intensa e fiel, cobro na mesma moeda. Perdoo divergências na intensidade. Compreendo e relevo. Entretanto, jogo sujo não tem segunda chance.  Joga-se apenas uma vez.

A gente vive e aprende. Sofre e aprende. Quebra a cara e aprende. Ama e aprende. Convive e aprende. Separa-se, com quase exatidão, o joio do trigo: o que tem que ficar e o que deve ir para bem longe…

Quem está comigo, pode acreditar, está de fato comigo, sabendo que pode contar pro que der e vier. Abro portas. Abro exceções. Crio oportunidades. Faço concessões. Sei ser amiga, amante, companheira.

O cuidado é um só, como em qualquer relacionamento: retribuição legítima. De afeto, de consideração, de fidelidade. Terá, assim, em mim, uma amiga para sempre. Ou um grande amor.

Mas não pise no meu calo…