sábado, 20 de julho de 2013

Feliz dia, meus amigos!

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Eu poderia contar a história da minha vida só falando dos amigos que colecionei, por todo este tempo.

A primeira amiga que fiz, pra valer, foi no antigo primário. Chamava-se Márcia Suely. Com ela, aprendi as primeiras lições da vida. Ao seu lado, tive grandes momentos de total diversão e companhia. Descobri, desde cedo, que o ser humano não nasceu para viver só.

Mas a vida estava só começando e na quinta série nos separamos. Logo vieram outras amizades de escola. Como mudei muito de colégio, nenhuma delas me acompanhou por muito tempo. Mas a Fátima Duarte deixou saudades, ao final da sétima série.

Amigas também foram as colegas das turmas “oito” (1208 e 1308), do Instituto de Educação do Rio de Janeiro, durante o antigo Curso de Magistério. No Ensino Médio, as amizades combinam com o período da adolescência e viram uma experiência inesquecível…

A turma era unida; éramos muito amigas. Havia a Mônica, a Fátima, a Ignez, a outra Mônica, a Aida, a Cecília, a Valéria… Mas eu era mais próxima da Márcia Elena. Éramos quase um par! Fazíamos tudo juntas. Uma coisa que eu lembro bem eram os estudos para as provas de matemática, que fazíamos, horas antes das provas. Milagrosamente, tudo que eu não aprendia com o professor, eu aprendia tudo com ela! Não havia melhor professora desta matéria.

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Era a segunda Márcia da minha vida… Não houve nenhuma outra. Mas vieram as Reginas. Mais de uma mesmo. Várias amigas com esse nome, entraram na minha vida, já na idade adulta.

Colegas de trabalho, das faculdades. Parentes por afinidade. Pessoas que conheci ao vivo e pela internet. O leque das amizades se abriu!

Veio a Bernadette, a Carminha, a Vânia, o Roberto, a Jussara, a Rosa, as Denises, a Fábia, a Ivete, o Vander, a Heloísa, a Andreia, o Hércules, o Bravim, o Paulo, a Sandra, a Ana Cristina, a Karla, a Carine…

As primas sempre foram amigas. A Cássia, a Celinha, a Suely, a Helena.  Alguns primos também. Tive tias amigas e, felizmente, ainda tenho.

Mas nesta linha de tempo, tem uma amiga que me acompanha há mais do que todas que citei. Eu só tinha cinco anos quando a conheci. De lá pra cá, não há um dia em que não nos falemos, ou não pensemos uma na outra. É uma amiga, que como eu costumo dizer, o anjo da guarda que me acompanha…

Quem me conhece já sabe de quem estou falando: da minha parceira, cúmplice, triplamente comadre, afilhada de casamento, amiga até debaixo d’água, minha irmã – Simone. E para coroar mais ainda esta amizade, ganhei uma sobrinha linda e já muito amiga, com quem divido grandes momentos e experiências.

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Meus dois filhos são meus grandes amigos, sem dúvida. Daqueles com quem eu posso, realmente, contar… Uma sorte grande que tirei, sem dúvida. Nem sempre parentes são amigos… Afinal, a gente não os escolhe. Costuma aceitá-los.

Não tenho como citar os nomes de todas as amigas e de todos os amigos que considero. Só no facebook, consegui reunir mais de mil. E, se Deus quiser, ainda farei grandes e novas amizades nesta vida! Afinal, é o que faz valer a pena viver!

Já disseram que um amigo do lado prolonga a vida. Concordo. Sem dúvida, dá mais aconchego e qualidade ao cotidiano. Todo mundo precisa de carinho, mas precisa também de ser chamado à razão, sempre que se fizer necessário.

É o amigo que diz sim, mas, principalmente, é o amigo verdadeiro que diz não. É aquele que estende a mão para lhe tirar do buraco. É aquele que põe o sorriso de volta no seu rosto. É aquele que lhe conhece no olhar…

Eu poderia escrever horas e horas, sobre o que define uma verdadeira amizade. Mas não é preciso. Todos sabemos exatamente o que é ter e ser um amigo. Bom para nós!

Feliz dia, meus amigos! Do que sou, quase tudo devo a vocês!

Obrigada.

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(Quero dedicar este post a um amigo anônimo, que sempre acompanha meu blog e, diariamente, recomenda sua leitura no Google+. Ainda não descobri quem é. Um grande abraço, amigão!)

sexta-feira, 19 de julho de 2013

O urso e a panela

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“Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.

Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.

Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina... Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.

O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida. Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.

Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.

O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.

Quando terminei de ouvir esta história, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes. Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.

Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos. Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece ser o melhor vai lhe dar condições de prosseguir, de ser feliz.

Tenha a coragem e a visão que o urso não teve. Solte a panela!”

(Gerson Mesquita)

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Há tempos li este texto e ele me disse muito. Nunca o esqueci.

Tal como o urso eu também tinha uma panela nas mãos. Grande, pesada e quente demais. Mesmo assim, eu tinha medo de soltá-la, porque a considerava demasiadamente importante e, portanto, seria fundamental mantê-la comigo.

Estava errada.

Um dia, a situação foi ao extremo. Cheguei perto da morte da minha dignidade. E… larguei a panela! Foi doído, foi traumático, mas foi o melhor que eu podia ter feito!

Ninguém é obrigado a carregar um fardo maior do que as próprias forças. Hoje em dia, percebo claramente que foi mesmo a única saída.

Saí chamuscada, queimada, doída, mas viva! E não me arrependi.

Quem sabe agora não é a sua vez?

Solte a panela!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Queremos médicos!

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Sei que não falo em nome da unanimidade. Longe disso. O assunto é polêmico e envolve muitos aspectos que vão do econômico, passando pelo político, até o social! Cada um tem uma opinião diferente a respeito. Portanto, resolvi dar a minha também.

O que todos queremos, unanimemente, é encontrarmos médicos capacitados à disposição, sempre que precisarmos. É ou não é?

Só quem já procurou e não encontrou é que sabe o quanto é importante a presença desses profissionais, espalhados pelas clínicas, consultórios e hospitais, prontos para os atendimentos necessários.

Já estive com meu filho doente, gravemente, e tive que procurar pediatra em outro Pronto Socorro, porque o do nosso convênio não tinha o médico de plantão. E tudo complicou ainda mais, pois o caso dele precisou de internação… O hospital que encontramos o médico não pertencia ao nosso plano de saúde. Precisamos retornar ao primeiro hospital e a internação foi feita pela pediatra da UTI. Só Deus sabe a dimensão do nosso desespero!

Você precisa de um atendimento especializado e só encontra consulta, nos planos particulares, para meses depois! Ontem assisti uma reportagem no noticiário da tv, falando de uma mocinha que precisa de alergista e espera a consulta ser marcada há um ano, pela rede pública, e ainda não tem data prevista… Inacreditável.

Por favor, me respondam: onde estão os médicos?

Todos os anos, as faculdades formam muitos profissionais. Para onde vão todos eles? Alguma coisa muito errada está acontecendo… E não precisa ser nenhum especialista para perceber isso. Basta estar vivo e ficar doente!

Eu mesma já quis ser médica. Desisti. Sempre estudei em escola pública e sabia que não passaria no vestibular de Medicina. Só passam os mais preparados. Ainda hoje é assim. Fico pensando se esse problema já não começa aí, no acesso, às faculdades… Penso que eu teria sido uma boa médica… E como eu, muitas pessoas das camadas mais pobres da população, também, teriam sido!

Pessoas que frequentaram os hospitais públicos compreenderiam melhor a parte do atendimento à população carente. Viveram o problema. Sentiram na pele. Uma questão inclusive do perfil do profissional.

Médicos de consultórios particulares, com atendimento aos mais favorecidos, não faltam. Acho que é para lá que estão todos indo… Enquanto isso a população carente e a classe média (que são os principais consumidores dos planos de saúde) sofrem com a falta dos profissionais.

Já reparou como tem um especialista para cada parte do corpo? Especialista em dedão do pé, em pulso, em cotovelo, em ombro… Ao invés de compreenderem o corpo humano como um organismo integrado, dividem-no em pequenas partes e tudo fica mais difícil. Especialmente, o nosso acesso!

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Em outras palavras, sou a favor da entrada dos médicos estrangeiros para trabalharem por aqui, desde que comprovem competência técnica e humana.

Há espaço, sim, para todos os profissionais. Aliás, há espaço de sobra. O Brasil é muito grande e, quase todo, carente de médicos.

Precisamos e queremos médicos com boa formação profissional e não interessa sua origem. Dispensamos bairrismos. Queremos saúde.

Os médicos lutam, como categoria, pelo seu direito de ficarem ricos. Nós, a população, lutamos pelo direito de permanecermos vivos e com saúde. Alguém precisa intermediar essa dicotomia. Sobrou pro Governo.

Que venham todos os médicos que quiserem diminuir o sofrimento da população, em troca de um bom salário e um país maravilhoso para se viver!

Eu apoio.

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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Nós, mães, somos mesmo uma peça!

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Eu assumo. Me incluo. Nós, mães, somos mesmo uma peça!

Acabei de chegar do cinema. Fui assistir o filme “Minha mãe é uma peça”, com Paulo Gustavo e um elenco de primeira, como Ingrid Guimarães, Suely Franco, Herson Capri, Samantha Schmütz, Mariana Xavier, Rodrigo Pandolfo.

No início, eu achei meio chatinho, embora o cinema todo tenha dado muitas risadas. Eu ali olhando para a tela e comendo sucrilhos… Fui com muitas expectativas, já que a propaganda de boca em boca era só elogios. Juro que fiquei com medo de me decepcionar! Mas estava enganada. Foi só a primeira impressão.

O que aconteceu é que a história foi me dizendo mais da própria vida, do que uma simples comédia. Fui me vendo na tela. Fui vendo a minha vida de mãe sendo retratada, de um modo exagerado, certamente, mas com muito de real. Por isso não achei tanta graça, estava mesmo era emocionada!

Sou carioca e só depois de adulta, é que mudei de cidade e estado. Do Rio, tenho as memórias da infância e da juventude. E muitas delas eu reconheci na trama, nos cenários, nos diálogos, nas personagens… Tudo bem caracterizado e, por isso, muito emocionante para mim. Até a escola que estudei foi mostrada: o meu Instituto de Educação do Rio de Janeiro!

A figura central é uma mãe (Paulo Gustavo), como eu e tantas outras, a quem coube a guarda dos filhos na separação conjugal, e, por conseguinte, a responsabilidade da sua educação e dos cuidados essenciais. Mãe protetora, zeladora, apaixonada e, por isso, necessariamente, chata!!!

Impossível não se ver retratada em algumas cenas… Inegável uma súbita vergonha em se identificar com aquela figura destrambelhada e tão humana! Ao mesmo tempo que me vi menina, nos meus tempos de Rio, me vi no papel de mãe.

A presença da tia, como consoladora e intermediadora, também remeteu-me a boas lembranças. Fui criada no meio de tias maravilhosas, convivendo estreitamente com muitas delas. E a casa das tias tinha um quê de porto seguro, tal como foi muito bem apresentado e representado por Suely Franco. Adorei.

O filme todo me deu essa sensação de que poderia ser a minha história. Saí de lá feliz, mas ao mesmo tempo, com um nó de saudades entalado na garganta. E outro nó de mãe-que-não-quer-ser-chata-mas-acaba-sendo pelo simples fato de ter um amor incondicional pelos filhos… De tudo que a gente quer nessa vida, noventa e nove por cento é a felicidade deles!

E, assim, chorei, em algumas partes. Ri, em outras, com certeza. Posso dizer que, para mim, não foi o lado comédia que prevaleceu. Foi a emoção, pela identificação com a história!

Sem dúvida, uma grande e merecida homenagem para todas as mães.

Obrigada, Paulo Gustavo.

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(Obrigada, Luiz Fernando e Gustavo, por terem me feito esta mãe tão boba, quanto apaixonada!)

Será que eu também sou meio comédia?

Propagandas famosas de antigamente

Kolynos

É só clicar em cada uma delas e recordar!

Se você não viveu nessa época, vale a pena conhecer um pouco da nossa história, através das propagandas. Também recomendo para os estudantes de Comunicação Social. E para todos os interessados e curiosos, em geral.

Uma deliciosa viagem pelo túnel do tempo…

Açúcar União - anos 50
Biscoitos São Luis - anos 60
Brahma Chopp com o eterno Beto Rockefeller Luis Gustavo - anos 60
Casas Pernambucanas - Quem bate? é o frio! - 1962
Capitão AZA - Chamada do programa infantil apresentado por Wilson Viana - anos 70
Cobertores Parahyba - Já é hora de dormir - 1961
Coca-Cola e Fanta dá Prêmios - anos 60
Coca-Cola - Tamanho Grande - anos 50
Coca-Cola - Instrumentos - anos 50
Coca-Cola - Isso faz um bem - anos 50
Coca-Cola fala para a Juventude - Esta é Grande - anos 60
Coca-Cola - Namoro - anos 50
Coca-Cola - Obra-Prima - anos 50
Coca-Cola Tamanho Família - anos 60
Colônia 1010 Bozzano com o locutor Ramos Calhelha - anos 60
Creme de Leite Nestlé - anos 60
Damosel Perfume da Atkinson - anos 50
Desodorante Mum com o casal de atores Eva Wilma e John Herbert - anos 50
Elefante da Cica - anos 60
Esso 2T Motor Oil com as Gotinhas - patrocinador do Repórter Esso - anos 50
Esso Aditivo AdiTigre - anos 50
Esso Extra Figuras Típicas Brasileiras - anos 50
Esso Gasolina do Tigrão - anos 50
Esso Gotinhas - patrocinador do Repórter Esso - anos 50
Esso Motor Oil na Ópera - anos 50
Esso Querosene Jacaré - anos 50
Primeira Fenit Feira da Indústria Têxtil de São Paulo - 1958.asf
Fósforos Fiat Lux com os soldados palitinhos - anos 50
Fusca Volkswagen - 1962
Fusca Volkswagen novo Chassi - 1965
Fusca Volkswagen - carros da Polícia de São Paulo - 1963
Fusca Volkswagen nico Refrigerado do a ar - 1963
Fusca Volkswagen nico Refrigerado do a ar - 1964
Fusca Volkswagen Regador com a msica de Spike Jones - 1965
Fusca Volkswagen com Regina Duarte - 1965
Fusca Volkswagen Sem Molas - 1965
Fusca Volkswagen o melhor usado - 1968
Karmann-Guia - 1963
Kibon Criança e TV - anos 60
Kibon Kishow Sanduíche - anos 60
Kibon me leva pra casa - anos 50
Kibon Picolé de 30 centavos - anos 60
Kibon Picolé com os Aqualoucos - anos 60
Kibon Picolé com Alma - anos 60
Kolynos Apresenta - anos 50
Kolynos Apresenta o famoso seriado da cadela Lassie - anos 50
Kolynos e Simps Magazin Apresentam o seriado O Homem de Virginia - anos 50
Kolynos Família - anos 50
Kolynos Hora Certa - anos 50
Kombi Volkswagen cabe até uma banda - anos 60
Kombi Volkswagen para as Freiras - 1967
Leite Moça - anos 60
Leite Molico Medidas - anos 60
Leite Sol - anos 50
Lenços de Papel Yes - anos 50
Lojas Ducal com o casal de atores Glória Menezes e Tarcísio Meira - anos 60
Nescafé Sobrinha - anos 50
Óleo Saúde da Anderson Clayton com o casal de atores Cacilda Becker e Walmor Chagas 1962
Opala Avião - 1969
Opala com o ator Ney Latorraca - 1970
Opala com o jogador Rivelino - 1969
Opala com a atriz Tônia Carreiro - 1969
Revista Veja Leia nesta edição - anos 60
Segundo Salão da Criança com o palhaço Carequinha - anos 60
Tecido Sintético Nycron com o ator Cláudio Marzo - anos 60
Toddy Circo - anos 50
Toddy Hoje com as atrizes Norma Benguell, Márcia de Windsor e Branca Ribeiro - 1958
Toddy Instantâneo - anos 60
Variant 1600 com o ator Rogério Cardoso - 1969
Varig Rio-Lisboa - anos 60
Geladeiras Westinghouse com Jô Soares - anos 60

Gostou?

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terça-feira, 16 de julho de 2013

I Jogos Metropolitanos da Juventude

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Estão abertos, oficialmente, os primeiros Jogos Metropolitanos da Juventude,  que envolverão atletas amadores de dezesseis a vinte anos, dos municípios de Vila Velha e Vitória.

A cerimônia de abertura foi realizada, ontem, à noite, no ginásio do Tancredão, em Vitória, onde acontecerão todos os jogos, das diferentes modalidades, nesta semana.

Os Secretários de Esporte dos dois municípios abriram oficialmente a competição. Durante o evento, alguns projetos esportivos, desenvolvidos nos dois municípios, fizeram belíssimas apresentações. E a noite festiva foi encerrada com uma partida de basquete (Sub-17), entre os times Vitória Basquete e Cetaf Vila Velha.

Eu estive por lá para prestigiar a moçada e torcer para o meu atleta preferido. Meu caçula Gustavo é jogador do Cetaf.

Confiram as fotos.

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A ginasta Ana Paula Rodrigues, que já foi uma das primeiras do ranque nacional, na ginástica artística, também prestigiou o evento.

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As duas delegações fizeram o desfile oficial e cantaram o Hino Nacional, junto com todos os presentes.

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O público presente não era grande, mas era muito animado!

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Uma pena que muitos saíram antes do final do evento e não prestigiaram a partida demonstração de basquete dos atletas Sub-17, do Cetaf Vila Velha e do Basquete Vitória!

Quem ficou, tenho certeza, que gostou muito! Foi emocionante. Um ótimo exemplo para os jovens que participarão do torneio.

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A vitória ficou com o time vilavelhense.

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Encerro deixando um recadinho para vocês!

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Vamos lá!

E não deixem de comparecer ao Tancredão para acompanhar as competições. Os jovens capixabas agradecem o apoio!

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Desejo…

“Que você seja alegre, mesmo quando vier a chorar.
Que você seja sempre jovem, mesmo quando o tempo passar.
Que você tenha esperança, mesmo quando o Sol demorar a nascer.
Que você ame seus íntimos, mesmo quando sofrer frustrações.
Que você jamais deixe de sonhar, mesmo quando vier a fracassar.
Isso é ser feliz…
Afinal, ser feliz é ter um monte de problemas, mas ser capaz de sorrir com as pequenas coisas do dia-a- dia!!!”
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Ser feliz é percurso. Um exercício constante de superação.

Eu que o diga…

domingo, 14 de julho de 2013

Nossa história em 2 minutos

Toda a história do mundo em apenas dois minutos.

Duvida?

Vale a pena assistir mais de uma vez!

sábado, 13 de julho de 2013

Dia do Rock é dia de Scorpions!

Klaus Meine

Sou inteiramente rock! Os demais estilos me são periféricos, com importância secundária.

Tenho Scorpions nas veias. 

No Dia do Rock, uma homenagem a Klauss Meine, que embalou o meu coração e fez fundo musical para os melhores momentos da minha vida, à frente da maior banda de rock de todos os tempos!

Scorpions for ever!

klausX