(Foto publicada em Capixaba da Gema)
Ipê rosa. Lindo. Nosso.
Para enfeitar a cidade e ajudar-nos a lembrar da causa justa…
(Foto publicada em Capixaba da Gema)
Ipê rosa. Lindo. Nosso.
Para enfeitar a cidade e ajudar-nos a lembrar da causa justa…
(Foto pulbicada em livrosepessoas.com)
Então eu, agora, faço-lhe aquela tradicional pergunta, só que às avessas: o que você deixou de ser quando cresceu?
Perdemos, sem dúvida, em ingenuidade. O mundo e a vida, que passaram a ter sentido, deixaram de ser encantados e encantadores, para ter outros adjetivos, como: perigosos, sufocantes, estressantes, conturbados…
Perdemos em brincadeiras. Vida levada à sério. Trabalhamos para o sustento. Sem trabalho: sem comida, sem aluguel, sem saúde, sem dignidade. Isso tem graça?
Perdemos em espontaneidade. Pensamos cem vezes antes de falarmos ou tomarmos alguma atitude. Ou pelo menos, deveríamos… Agora, sabemos que nossa fala e nossa ação nos compromete.
Perdemos em carinho e proteção. Como aquele lugarzinho na cama dos pais, que era o melhor lugar do mundo, nas madrugadas aflitivas!
Muitas e muitas perdas… E a gente nem podia imaginar! Queria crescer correndo! Queria ser ator, astronauta, mergulhador, corredor de Fórmula 1, cantora, aeromoça, pediatra, professora… Queria que o futuro não demorasse tanto pra chegar…
Mas quando a gente cresce, muitas vezes, também deixa de sonhar. E nossos erros tornam-se maiores, com maiores consequências. Fazem estragos! E os beijos da mãe já não conseguem mais consolar…
Algumas lágrimas ainda teimam em rolar pelo rosto. Agora, envergonhadas. E os sorrisos não mais tão autênticos, podem esconder sentimentos, simular situações… Adultos aprendem a controlar as emoções e, muitas vezes, a utilizarem como um recurso, na vida em sociedade. Vai que cola!
Por isso escolhi trabalhar com crianças! Optei pela autenticidade. Cresci, mas continuo apreciando a sua companhia. Prefiro lidar com as suas verdades.
No Dia das Crianças, o beijinho da Tia Denise vai para todas elas, que tornam esse mundo mais humano, mais bonito, mais amigo, mais sincero.
Uma pena que cresçam…
(Obrigada, Geraldo, pela inspiração de hoje.)
A gente procura estar inteiro, sem exceções, mas certas coisas ou situações fazem com que nos defrontemos com nossas limitações e, então, a gente percebe que não há como viver sem abri-las... Exceções, não vivemos sem elas.
Não aceitamos provocações, mas quando vêm do nosso chefe... Como não engolir os sapos, em tempos de empregos tão escassos?
Não aceitamos controle, mas quando é exigido pela nossa rotina de trabalho, como evitá-lo?
Não gostamos que nos coloquem cabresto, mas se for imposição dos nossos pais, maridos, seres amados? Submissão na certa... O amor também pode escravizar!
Nos submetemos por falta de dinheiro. Por falta de conhecimento. Por falta de amor próprio…
E, finalmente, toda liberdade nos é cerceada quando temos os filhos… Filhos são para sempre. Cuidados sem fim. Dias e noites, em todas as estações.
A vida nos impõe... Se cuspimos para o alto, nos cairá na testa! Inevitável.
Portanto, melhor não vivermos propagando verdades que são relativas, como se fôssemos os tais, quase deuses, arrogantes!
A gente até tenta ser livre, embora dificilmente consiga. A gente até tenta ser descolado, mas reproduz uma série de valores ultrapassados e hegemônicos. E até consegue ser feliz, se compreender que felicidade é percurso e é alcançada dia a dia.
Somos seres relativos. Não somos o que gostaríamos de ser. Somos o que conseguimos. Só espero que sejamos o nosso melhor possível!
Porque, muitas vezes, nos falta coragem. Ou amor. Excelentes combustíveis.
Não pergunte-me se está tudo bem. Não perca seu tempo! Mecanicamente, direi que está. Todo mundo faz assim.
A gente pergunta se está tudo bem, mas nunca está preparado para ouvir outra resposta… Muito menos está preparado para responder de outro jeito. Resume-se tudo numa resposta lacônica: “tudo bem”, “tudo certinho”.
Mas há pessoas que conseguem ler nossas entrelinhas…
São do tipo que conseguem ler nossa alma… E a gente se desvela. Desabafa. Compartilha. Pessoas assim fazem falta. São raras! São amigas.
Da próxima vez que perguntar a alguém se está tudo bem, pergunte primeiro a si mesmo, se tem algum interesse pelo bem-estar dessa pessoa, se se importa com ela de verdade. Se a resposta for positiva, então, pergunte, olhando-a nos olhos e através deles… Tente enxergar além das palavras…
Mas se a resposta for negativa, nem pergunte. Não vale a pena. Apenas cumprimente-a. Um bom dia ou boa tarde já são suficientes. É mais honesto.
Querer saber se está tudo bem é envolver-se. É estabelecer vínculos. É doar parte do seu tempo, para alguém que pode estar precisando dele… E de você!
Pense nisso.
À propósito, comigo as coisas não estão tão bem assim… Já tive dias melhores… (E acabaram de me perguntar se estou bem! Adivinha o que eu respondi??)
Nunca se usou tanto o adjetivo “linda”, como nos dias atuais. Nunca houve tanta gente linda por aí! Não que a população esteja mais bela do que antes, mas a palavra linda parece ter mudado de significado. Coisa estabelecida pelas redes sociais. E eu aprovei.
“Linda” era um adjetivo meio arrogante… Usado para poucas. Estava até meio amarelado, no fundo do dicionário, pelo pouco uso. Bonita, bonitinha, engraçadinha eram mais usados. Mas linda, linda mesmo, muito pouco.
Vejamos:
Significado de Lindo
adj.Excessivamente bonito; que é bom de se ouvir e/ou ver; belo: um monumento lindo. Em que há perfeição; perfeito: sinfonia cujos arranjos são lindos. Que pode ser definido por possuir harmonia; elegante ou harmonioso: ela trazia um lindo sapato. (Fonte: https://www.dicio.com.br/lindo/)
Só que, devagarinho, a palavra foi caindo no gosto popular e seu significado foi ficando mais maleável. As redes sociais foram as madrinhas desta mudança.
Saiu bem na foto… está lá o comentário: lindas! Fotografia de mãe, avó bem velhinha, tia saudosa… não dá outra: lindas! A filha com a roupa nova: linda! A colega, a professora, a aluna, a madrinha, a namorada, a prima, a amiga do peito, a vizinha, a chefe, a cunhada: lindas!
Linda, agora, quer dizer: vi sua foto, gostei de lhe ver, quero lhe fazer um carinho… Não tem mais, necessariamente, a ver com estética. E isso é muito bom. Tirar uma palavra da gaveta e passar a usá-la com mais afeto e atenção só pode fazer bem.
As lindas que não se enganem, podem ou não serem bonitas, fotogênicas, tanto faz! O elogio está mais para a demonstração de carinho, do que para o reconhecimento da beleza.
Meu amigo Leo, norte-americano, não fala português, mas sabe escrever e falar “linda” como ninguém! Sabe empregá-la direitinho, nessa nova roupagem. Vez ou outra, está lá, na minha página, numa foto qualquer, me fazendo um carinho… (Leo também é lindo!)
A verdade é que a sociedade muda e, com ela, acontecem mudanças nos usos, costumes e na Língua também. É fato. E, felizmente, neste caso, a mudança foi boa…
A mudança foi linda!
Bora usar pessoal. Sem moderação. Estreitar os laços e prestar homenagens faz bem ao coração. De ambas as partes.
Antes de compartilharmos algo muito, muito grave, precisamos verificar se tem algum fundamento, se é verdadeiro…
Esta regra simples e importante vale para tudo: para qualquer rede ou midia social. Afinal, somos tão responsáveis pelo que compartilhamos, tanto como pelo que produzimos.
Talvez você tenha recebido, por whatsapp, assim como eu, mensagens preocupantes relacionadas ao Shopping Mestre Álvaro.
Pois o Shopping desmente toda essa publicação e encaminha para divulgação o laudo da Defesa Civil que elimina qualquer dúvida sobre sua segurança.
E, como tenho certeza da idoneidade do documento, compartilho.
Hoje, 4 de outubro, é o Dia Mundial dos Animais.
Essa data foi escolhida porque é o dia em que a Igreja Católica celebra São Francisco de Assis, o santo padroeiro dos animais e da natureza.
“A compaixão pelos animais está intimamente ligada a bondade de caráter, e quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem.” (Arthur Schopenhauer)
Para matar a vontade de muitos adultos e também entrar em clima do mês das crianças, os shoppings Praia da Costa (Vila Velha) e Moxuara (Cariacica) recebem uma cama elástica gigante para que o público possa praticar os saltos mais criativos e radicais.
O espaço é adequado para receber grupos (até 10 pessoas no Praia da Costa e até 15 pessoas no Moxuara), que podem promover brincadeiras e atividades simultâneas, tornando a experiência mais divertida.
Adultos e crianças (a partir de três anos) podem brincar ao mesmo tempo. No Shopping Moxuara a atração já ocupa a Praça de Eventos e fica até o final do mês de outubro. No Praia da Costa, a cama elástica gigante começa a funcionar no dia 05 de outubro e vai até o dia 06 de novembro.
Pura diversão para toda a família! Muito bom poder voltar a se sentir criança!!!
Shopping Moxuara
Os ingressos custam R$ 10 por 7 minutos de brincadeira. A atração funciona de segunda a quinta das 10h às 22h e sextas e sábados de 10h às 23h e aos domingos das 11h às 22h. A atração funciona na Praça de Eventos durante todo o mês de outubro.
Shopping Praia da Costa
No Praia da Costa, crianças a partir de 3 anos podem entrar para a brincadeira desde que acompanhadas por um adulto pagante. A atração fica do dia 05 até o dia 06 de novembro e custa R$ 15 por pessoa para 20 minutos.
E a gente segue vivendo com nossos medos e limitações. Somos humanos. Não temos asas para sobrevoarmos os problemas e os obstáculos. Vivemos no enfretamento.
Mais difícil para uns. Cruz pesada que precisamos de ajuda para carregar… Mas, ao olhar em volta, avistamos tantas outras cruzes, tão grandes, como a nossa! Não, não estamos sós!
Viver é arrematar uma jornada a cada dia. Dias mais leves, outros nem tanto. Dias escuros e sombrios, mas que também se transformam em manhãs de sol. O mundo gira, enquanto sobrevivemos…
Sentimos dores. Sentimos frio. Sentimos alívio. Arrepio… Santimos amor!
E seguimos à diante, intrépidos, com o nosso peso, arrastando nossa cruz… Não importa! Estamos vivos!
E enquanto respirarmos haverá esperança e seguiremos buscando a nossa felicidade. Pensando melhor, percebemos que somos muito abençoados!
Mais do que merecemos.