quarta-feira, 28 de junho de 2017

Porque a luta continua...

"Na  primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem:
pisam nas flores,
matam o cão,
e não dizemos nada.

Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada."

(Trecho do poema "No Caminho com Maiakóviski", de Eduardo Alves da Costa).


E é por isso que eu reajo. E falo. E escrevo. Solto o verbo! E adjetivos, substantivos, pronomes, artigos...

Nenhuma palavra há de entalar em minha garganta.

Doa a quem doer.

E se o grito for coletivo, maior será o seu alcance! Lutemos que pelo que acreditamos. Juntos.

                                                                                                                           (Imagem: Reprodução)

terça-feira, 27 de junho de 2017

Cada mulher é de um jeito...

                                                                                   (Arte: Renata Nolasco)

Há espaço para todas nós: cada uma com seu cada qual. 

E, para todas, igual respeito e consideração.

Abaixo os estigmas sociais!

segunda-feira, 26 de junho de 2017

A minha "bolsa de mulher"


Sou daquelas que carregam livros na bolsa... 

Minha bolsa é um peso só! Todos que a seguram se espantam. Alguns reclamam e fazem careta. Nem ligo. Afinal, carrego uma bolsa de mulher que passa o dia fora. Preciso dizer mais alguma coisa?

E se esfriar? Tenho o casaco. E se chover? O guarda-chuva. Se der mosquito? Está lá o repelente, junto do protetor solar. E se a bateria do celular acabar? Nenhum problema. Carregador a bordo. E se a paisagem for linda demais? A máquina fotográfica não pode faltar. E para que tudo dê certo? Uma agenda para organizar os compromissos...

E eu nem falei na bolsinha com os remédios. E nem da carteira de dinheiro. E nem do próprio celular. E das chaves de casa, das escolas, do portão da casa dos pais... E nem falei dos documentos, das fotografias, dos papelotes de sal e adoçante (vai que precisa!), do fone de ouvido, da lixa de unha, do batom e do lápis de sobrancelha, do bloquinho de anotações e caneta.

E tem mais coisas... Algumas mais íntimas. Mas como a lista já está bem longa, vou parando por aqui. 

Mas quando eu disse que carregava livros  na bolsa, dizia a verdade. Grandes amigos e companheiros, não há tecnologia que os substitua. Ainda que pesem, que ocupem espaço, não abro mão de tê-los por perto.

Atualmente reveso entre três de conteúdos bastante distintos: A dona das Chaves - uma mulher no comando das prisões do Rio de Janeiro, de Julita Lemgruber; Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, Partes Um e Dois, baseada em uma história de J.K.Rowling, mas a autoria é de Jack Thorne; e Mídias na Educação e Práticas Educativas, organizado por Adriana Maria Tonini e Washington Luis Vieira da Silva. 

E, a partir de hoje, estarei carregando mais um: Programa Nacional de Alimentação Escolar no Espírito Santo. Acabei de comprar no evento do seu lançamento. Livro de autoria do queridíssimo amigo Paulo Rodrigues e organizado por Rogério Drago.


A verdade é que na bolsa de uma mulher a gente encontra muito sobre ela. A bolsa diz o que a sua dona é. Têm horas que está bagunçada e precisando de uma organizada. Têm horas que está pronta pro que der e vier e a gente sabe que o que precisamos está lá... 

A gente sabe que pode contar com ela... Com o que está na bolsa e com a mulher.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Sou feita de retalhos

                                                                                                              (Foto: Reprodução)
(Por Cora Coralina)

¨Pedacinhos coloridos de cada vida que passa pela minha e que vou costurando na alma.  Nem sempre bonitos, nem sempre felizes, mas me acrescentam e me fazem ser quem eu sou.

Em cada encontro, em cada contato, vou ficando maior….

Em cada retalho, uma vida, uma lição, um carinho, uma saudade…que me tornam mais pessoa, mais humana, mais completa.

E penso que é assim mesmo que a vida se faz de pedaços de outras gentes que vão se tomando parte da gente também. 

E a melhor parte é que nunca estaremos prontos, finalizados…haverá sempre um retalho novo para adicionar à alma. 

Portanto, obrigada a cada um de vocês, que fazem parte da minha vida e que me permitem engrandecer minha história com os retalhos deixados em mim. 

Que eu também possa deixar pedacinhos de mim pelos caminhos e que eles possam ser parte das suas histórias.

E que assim, de retalho em retalho, possamos nos tornar, um dia, um imenso bordado de nós.” 


Cora Coralina, pseudônimo de Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985) foi uma poetisa e contista brasileira.

(Fonte: oscarbrisolara.blogspot.com.br)

quarta-feira, 21 de junho de 2017

O esperto e o tolo

                                                                                                                    (Foto: Reprodução)
Fico pensando se o verdadeiro tolo é quem é esperto e acaba tendo um fardo maior de responsabilidades para dar conta, graças a sua competência...

Porque ao tolo nada se delega, nada se espera, nada se cobra. 

Em dias de trabalho duro, essa dúvida me corrói.

E se você anda confuso como eu, algumas sábias frases, talvez, possam ajudar. 


"O sábio fala porque tem alguma coisa a dizer; o tolo porque tem que dizer alguma coisa."
Platão
"Enquanto os sábios pensam sem certeza, os idiotas atacam de surpresa." Henfil

"Os sábios falam porque têm alguma coisa para explicar; os tolos, porque gostam de ouvir a própria voz!"

Voltaire


"O sábio procura a sabedoria, o tolo encontrou-a."

Georg Lichtenberg


"Ninguém é tão sábio que não tenha algo pra aprender e nem tão tolo que não tenha algo pra ensinar."
Blaise Pascal
"Os que querem parecer sábios entre os tolos, acabam por parecer tolos entre os sábios."Quintiliano(Fonte: O Pensador.)
                                                                                               (Créditos na imagem)

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Sem lástimas, por favor.

                                                                                                                            (Créditos na imagem)

Não demonstre a pena que sente. Quem está na posição desfavorável ficará ainda pior, pois se sentirá humilhado!

Um dos piores sentimentos que podemos receber de alguém é que tenham pena de nós. Uma emoção que não constrói; reafirma o que nos aflige. Ao invés de sentir pena, se solidarizar e estender a mão. Procurar fazer a diferença com ações concretas. Agir em benefício do outro.

Um dia, muitas pessoas já sentiram pena de mim. E demonstraram. Faz muito, muito tempo. E esse sentimento foi tão forte em mim, que eu nunca esqueci. E ainda dói. Sei que a situação foi séria e compreendo que não fizeram por mal... Mas fizeram. Marcaram-me por toda uma vida. E a gente não supera de tudo...

Quem está por baixo sabe que está por baixo, não precisa que exaltem sua situação. Quem não está preparado para aguentar o tranco, que se afaste. Melhor não ficar por perto. Chorar junto, muitas vezes, é até pior. Demonstra que sente pena... Melhor um abraço acolhedor e palavras de incentivo. Lembrar que tudo tem jeito e que onde há vida há esperança... Lembrar que tudo passa, que a vida continua também é bom. E outras coisas assim...

Jamais, em tempo algum, se referir à pessoa pelo que lhe aconteceu. Não a rotule. 

- Essa aqui é a filha do falecido Luiz... Tantas vezes fui apresentada assim. Como odiava! Sentia uma raiva generalizada: por quem se referia a mim daquele jeito, ao invés de simplesmente dizer: essa é Denise; pelo destino que levou meu pai e por ele também, por ter ido embora tão cedo e ter me deixado. Sentia raiva com o coração ingênuo de menina... 

E como resposta, as pessoas demonstravam pena de mim. 

Sofra junto, em parceria. Estenda a mão. Encoraje. Mas sem fazer do sofrimento do outro algo maior e mais desastroso do que já é.

Lastimar só prolonga a dor. 

                                                                                                                               (Foto: Reprodução)

domingo, 18 de junho de 2017

Orgulhe-se!

  (Imagem: Reprodução)
Orgulhe-se por ser uma pessoa do bem. Orgulhe-se por ser honesto, solidário, conciliador. Orgulhe-se por respeitar e amar o próximo. Orgulhe-se pelas suas próprias escolhas e por viver a sua vida, sem se preocupar com a vida alheia.

Viver assim merece orgulho!

Viver sem se preocupar com rótulos: nem os nossos, nem os de ninguém. 

Não interessa nosso local de nascimento, nossa crença, nossa orientação sexual, nossa profissão, nem nosso estilo de vida. Interessa se somos íntegros, autênticos e felizes com nosso modo de ser e de viver.

Orgulhe-se por quem você é e por quem você tem na sua vida! Porque é isso que verdadeiramente importa e nos dá sentido.

Sejamos felizes sem medo.

                                                                                                     (Imagem: Reprodução)

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Problemas todo mundo tem!

                                                                                                        (Créditos na imagem)

Problemas nos sufocam. Quase sempre causam desconforto, noites mal dormidas, ansiedade, tristeza e, até, desespero. Tiram nosso brilho, nosso foco, nossa vontade de sorrir. A gente até esquece que problemas têm solução!

Muitos problemas parecem grandes demais para nosso tamanho e nossas forças. Precisamos de ajuda. Às vezes, quando os compartilhamos percebemos que não são tão grandes assim... Outras vezes, a ajuda é mesmo necessária e, surpreendentemente, ela surge e é bem-vinda. Problemas divididos tornam-se matematicamente menores.

Há dificuldades de toda ordem: familiares, financeiras, trabalhistas, emocionais, de saúde, de relacionamento... Infelizmente nossa vida não é um mar de rosas. E, se fosse, ainda haveria espinhos. O que seria um problema! Portanto, viver é aprender a vencer os obstáculos e seguir a diante.

Existem problemas que nos perseguem, como se os atraíssemos, sempre acontecendo da mesma forma. Procuro acreditar que é algo como um carma, talvez. Acabamos nos tornando especialistas em lidar com eles. Porém, nesse caso, bate uma certa revolta ou um inconformismo em se questionar por que tem sempre que ser assim... Algo que não se explica.

Outros problemas surgem do nada, repentinos, inesperados, e nos pegam despreparados para lidar com eles. Acidentes e problemas de saúde estão nessa categoria. Para esses, contar com ajuda da família e amigos é fundamental. A solidariedade é remédio para muitos males.

O que não podemos é nos entregarmos ao desespero e apresentarmos atitudes de que nos arrependeríamos depois. Com certeza, só iriam aumentar nossos problemas, talvez, com outros maiores e mais graves. Manter o foco, os pés no chão e sabedoria para saber a hora certa de pedir ajuda.

A dica é fazer do limão, dado pela vida, mais que uma limonada, uma deliciosa mousse... E comer acompanhado. 

                                                                                                        (Créditos na imagem)

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Dia de Corpus Christi

Hoje a Igreja Católica comemora a festa de Corpus Christ, a data que celebra o mistério da Eucaristia, o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo.

A tradição dos tapetes se justifica para ornar os caminhos por onde Jesus Eucarístico passará durante a procissão, quando será retirado da Igreja.

Em Itapoã, Vila Velha, já virou tradição no bairro, há alguns anos, a confecção dos tapetes pelas famílias católicas, que se reúnem durante a noite para produzi-los. Ao amanhecer, estão prontos e preparados para as festividades do dia.










 


Prestigie o evento!

terça-feira, 13 de junho de 2017

Que nunca nos falte...

Não só para mim, mas para você também...

                                                                                                          (Imagem: Reprodução)

E tolerância para enfrentar dias como o de hoje.

Uma boa noite para todos nós.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Valorize o seu amor!

(Foto: Reprodução)

Ele pode não ser um príncipe, nem ela a princesa. 
Ele pode estar longe demais. Ela pode estar sempre por perto, tanto que, às vezes, sufoca.
Ela nem liga. Ele liga sem parar.
Ele e eu não temos tanto em comum. 
Ela quer sempre fazer programas, quando estou mais cansado. Parece que não me entende.
Parece que não me ama mais...
Só parece.

Relacionamentos são assim, imperfeitos. Desde pequenos, alguém nos ilude dizendo que, um dia, viveremos um conto de fadas com um final feliz. Que encontraremos o nosso príncipe/princesa encantados. E seremos felizes para sempre... Doce ilusão. Isso só dá certo nas histórias, porque elas acabam justamente nessa parte. Se continuassem, a coisa iria se complicar, como na vida de qualquer casal. 

Felicidade é percurso, é conquista diária. É um incessante contornar obstáculos. É dar e receber. É fazer concessões. É ceder, muitas vezes, para ganhar lá na frente. Somos imperfeitos e, por maior que seja o nosso sentimento, ele reflete a nossa imperfeição.

Somos inseguros, egoístas, ciumentos. Amamos demais. Ou de menos. Amamos do nosso jeito e não do jeito que o nosso parceiro/a desejaria ser amado!

Talvez até adiante discutir a relação... Eu, particularmente, não gosto de DRs. Prefiro entender meu ser amado e pular essa parte. Porque sei que, na prática, não adianta muita coisa. As pessoas não costumam mudar quando estão num relacionamento maduro. Talvez, só nos primeiros dias, para impressionar, até involuntariamente, mas depois tudo volta ao normal. Ninguém consegue ser o que não é por muito tempo...

É claro que quem está apaixonado também costuma não perceber os defeitos do outro. A paixão costuma cegar. Mas logo passa... Muitas vezes, o prejuízo é grande e os estragos são enormes.

O que vale mesmo a pena é que, sabendo de tudo isso, a gente resolva investir no amor e seguir à diante. Conviver com os defeitos, as limitações, as inquietações, a distância, porque a gente quer, assumidamente, ter a pessoa amada do nosso lado,.. E do jeito que der...

A gente, quando ama, quer por inteiro, mas nem sempre é possível. Quando ama, a gente quer para sempre, mas o tempo é sempre muito relativo. De verdade, o que a gente quer é viver esse amor, por inteiro, para sempre, mas, principalmente, com reciprocidade.

Porque amor só importa quando se ama e é amado de volta! Aí é só aprender a administrar a relação... Não é fácil, mas é uma aventura maravilhosa, também chamada de felicidade.

Valorize o seu amor.

Feliz Dia dos Namorados! ❤💕💕💕



domingo, 11 de junho de 2017

É amor quando...

...Duas pessoas resolvem viver uma vida juntas.

Quando há amor, respeito, cumplicidade, companheirismo.


Amanhã farão 46 anos de casados. E namorados para sempre!

Meus pais.

sábado, 10 de junho de 2017

Não é amor quando...

Dia dos Namorados chegando... Mas nem sempre o amor está no ar!







Esta é a campanha de alerta aos relacionamentos abusivos, promovida pela Secretaria de Políticas para as Mulheres.

#NãoéAmorQuando

Não sofra calada. Se é assim, não é amor... Ligue 180 e denuncie.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Era eu...


Era muito tempo atrás... Talvez nem tanto. Falar de tempo é sempre um tanto relativo.

Era eu no Rio de Janeiro. Rua Porto Alegre, Engenho Novo. O endereço que ainda faz parte de mim. A parte de que sinto falta.

Era eu ainda pequena. Meninota. Serelepe. Cheia de sonhos e alguns pesadelos, como qualquer criança. 

Era eu brincando de bonecas, amarelinha, jogando bola, enchendo o quintal de bugigangas e demorando horas aborrecidas para guardar aquilo tudo, ao final do dia.

Era eu na mesa da copa, lanchando café com leite e molhando nele o pão com manteiga. Algumas vezes, escorria o leite pelo queixo e descia até a barriga. Fazia cócegas e a maior melança!

Era eu descalça, com os pés imundos, recusando a lavá-los, sonolenta, na hora de dormir...

Era eu que queria comer todos os doces, todos os biscoitos, todos os sucos e nenhum legume. 

Era eu que sentava naquela mesma mesa das refeições para fazer a tarefa de casa da escola. E, quando não sabia fazê-la sozinha, pedia ajuda a minha avó, que só tinha estudado até a 4ª série, mas sempre sabia tudo e estava pronta para ajudar!

Era eu que morava ao lado da casa dela e sentia o cheiro do seu café fresquinho. 

Fui eu que vivi uma infância com grandes perdas e enormes dificuldades, mas recebi muito amor para compensar.

Sou eu que deixei de ser pequena e que cheguei até aqui. Parece até mentira que já vivi tudo isso...

Ô saudade que às vezes aperta!

(Dedicado a todos que ajudaram a acalentar a minha infância e ao querido amigo Hércules que provocou estas memórias.)

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Sem misturar as estações

                                                                                                       (Imagem: Reprodução)

Eu costumo não misturar as estações. Cada coisa no seu quadrado. Pode ser hábito do ofício de pedagoga com seus planejamentos, organizações, jeitos e trejeitos de lidar com os dados, com o outro, com os objetos de estudo. Mas a verdade é que costumo respeitar os limites recomendáveis pelo bom senso. Querem um exemplo? 

Falo mais de amor por aqui, com vocês, do que ao vivo, em outros ambientes. Podem acreditar, sou bem discreta. Tanto, que tem gente que até especula, imagina, manda indiretas e, como resposta, devolvo um sorriso divertido. E elas demonstram não se conformar em não saber... Engraçado mesmo isso. Por que a vida dos outros interessam tanto a algumas pessoas? Eu diria que a maioria delas não tem vida própria.

Sou interessada em política. Para mim, todo ato humano é político e comprometido. Não há neutralidade. Portanto ter essa compreensão já dimensiona-me em tudo que faço e, ao mesmo tempo, permite-me analisar tudo que acontece ao meu redor. Eu não preciso militar no trabalho de forma declarada, com camisetas e bandeirinhas. Minha militância é o meu jeito de trabalhar... Eu não preciso subir num banquinho e fazer nenhum discurso. Minhas palavras, que formam opinião, se dão no horário do café, em qualquer reunião ou em cada bate-papo informal... Faço política em tudo que faço, como todo mundo. Para os atos escancarados, as ruas, durantes as manifestações.

Tem gente que mistura tudo. São pessoas insuportáveis. Se comportam de tal modo onde não é permitido. Tentam catequizar quem já tem religião. Falam dos detalhes mais íntimos do seu último encontro para a chefia ou mesmo estranhos. Há outros que choram pitangas e abrem-se nos divãs das redes sociais... Há de tudo. Há os insistentes, os eloquentes, os mala sem alça e aqueles que, se a gente pudesse, deixaria bem longe do nosso caminho...

Um pouco de pudor não faz mal a ninguém. Um pouco de recato também não. Porque em boca fechada não entra mosca.

Coisa que nunca cai de moda, discrição. 

terça-feira, 6 de junho de 2017

Dia dos Namorados

Dia dos Namorados chegando...

Têm horas que não dá mesmo para levar à sério...










(Créditos nas imagens)

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Com o nome preso na garganta...

                                                                                                       (Imagem: Reprodução)
 - Diz aí!
 - Não posso falar.
- Tem alguém? 
Já disse que tenho.
- Não acredito
- Pode duvidar. Não posso provar.
- Tem mesmo? 
- Há alguns anos.
- Perto ou longe? 
- Dentro do coração.
- Tem amor envolvido?
- Todo amor do mundo.
- Diz o nome? 
- Não posso.
- Por quê? 
- Porque o nome entalou. Está preso na garganta.
- Têm outros motivos? 
- Sempre têm. O amor é pra gente grande.
- Ou pra gente louca! 
- Louca de amor... Como eu.

domingo, 4 de junho de 2017

Nossa casa

                                                                       (Imagem: Às vezes Fada, Às Vezes Bruxa)

Minha casa é o melhor lugar do mundo... Não tenho dúvidas.

Boa semana.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

O que eu não sei

                                                                                                       (Imagem: Reprodução)
E se eu lhe perguntasse o que você não sabe, você saberia responder?

A pergunta, eu sei, está um tanto vaga. A gente não sabe um monte de coisa. Na verdade, a gente nem sabe o que não sabe. A gente só sabe mesmo o que a gente pensa que sabe, mas se for pensar bem, ainda tem um monte de dúvidas...

No curso que estou fazendo, andam me perguntando sobre o que eu sei e sobre o que quero saber. Taí coisa difícil de responder. Se eu digo que sei, parece pegadinha dos professores. Acho que eles vão me provar que eu não sei nada daquilo que eu acho que estou sabendo... E se eu tento mostrar que sei mesmo, me sinto arrogante... Que saia justa!

Pior ainda é falar sobre o que eu não sei. Eu sei lá o que eu não sei! Eu não sei tanta coisa. Pensando bem, quanto mais sei, sei que nada sei... Alguém já disse isso. Um sábio! E se nada sei, tudo preciso aprender. Agora ficou fácil. Difícil é listar tudo... Será que se eu escrever "tudo", estará valendo?

Definitivamente, prefiro entrevistar do que ser entrevistada. Falar de mim para alguém, ainda mais sobre minhas experiências e expectativas é terrível. Difícil demais! 

Talvez ficasse melhor se me pedissem para escrever um post...