domingo, 21 de abril de 2013

Aberta a temporada para o signo de Touro!

Taurus.svg - Touro (21 de abril - 20 de maio)

signo_de_touro

Sou taurina e com muita honra! Tem gente que não acredita. Outros, mais radicais, dizem até que é pecado... Mas como sei que entre o céu e a terra existem coisas que fogem à nossa compreensão de simples mortais, não sou eu quem vai duvidar! Até porque existem afinidades inegáveis entre eu e o meu signo zodiacal.

Cresci ouvindo as previsões astrológicas de Omar Cardoso, na Rádio Tupi, do Rio de Janeiro. O programa ia ao ar todas as manhãs. Eu gostava tanto que cheguei até a escrever para lá, pedindo orientações astrais. Em troca, recebi um livro do astrólogo de presente. Tenho-o até hoje, guardado com carinho. De tanto ler e reler, está com as folhas despencadas e sem capa.

Adolescente é assim. Queria saber se o signo dele combinava com o meu…

A verdade é que as principais características do signo de Touro são as minhas características. Sem tirar nem por: prática, determinada, teimosa, fiel.

Pés no chão. Trabalhadora. Estável. Decidida. Apaixonada. Sensual. Não gosto muito de mudanças. Aprecio uma boa mesa. Amo a música e a arte. Prudente. Argumentativa. E muito mais.

Minha irmã é taurina, como eu, e somos quase gêmeas! Pensamos o mundo do mesmo ponto de vista e objetivamos coisas parecidas. Conheço um monte de outras e outros taurinos. E somos todos assim.

Par perfeito? Os de Virgem e Capricórnio (mas nesse aspecto eu já tenho dúvidas!).

Não sou nenhuma especialista, nem candidata a astróloga. Eu só sei que é assim que eu me entendo taurina… E, quer saber, eu não escolheria outro signo para nascer!

Parabéns para todos os aniversariantes da temporada!

Dia 6 de maio, sou eu!

Taurus

sábado, 20 de abril de 2013

Denise e o Beija-flor

menina-e-o-beijaflor

“O VENTO TOCAVA SUAVEMENTE O ROSTO DELA,

MAS UM SOPRO DIFERENTE AGORA, LEVITAVA

SEU CORPO. ERA EROS LEVANDO-A SUTILMENTE

NOS BRAÇOS PARA OS ENCANTAMENTOS, SONHOS

E DESTINOS DE AFRODITE, QUE JOGOU SOBRE ELA,

QUEM DEVERIA SER SUA PRÓPRIA FORMA DE AMAR.

E, EM MEIO A PAIXÃO DO DESTINO, CONSOLIDOU

O AMOR DOS HOMENS, DESPOJANDO-SE DE SI PRÓPRIA,

ROMPENDO O MEDO DA VIDA, DO FUTURO E DE TUDO

PARA ENCONTRAR SEU EGO. MAS O VENTO VEIO MAIS

FORTE, COMO UMA TEMPESTADE ROMPANTE, CRUEL,

MALOGRANDO SEUS SONHOS. ENTÃO, EM MEIO AO

CHORO E GRITOS DE DOR, ABRIU SEU VENTRE MATERNO

PARA EXTRAIR DE SI, AQUELE QUE OUTRORA, ABRIRA

SEU FLANCO PARA EXTRAI-LA TAMBÉM. E ESSE REBENTO

TRANSFORMOU TUDO DE VEZ: SEU DESTINO, SEU AMOR,

SUA VONTADE DE VIVER, SUA ESSÊNCIA DE MULHER. E,

AGORA COM OS PÉS NO CHÃO, ORA MATRIARCA MÃE,

CUIDA DO SEU PEQUENO BEIJA-FLOR, QUE VOA FELIZ AO

SEU REDOR, PROTEGIDO PELO ÂMAGO FAMILIAR E, PELA

SUA PRÓPRIA VONTADE. E MESMO COM ASAS QUEBRADAS,

ELE VOA TRANQUILO, POIS HÁ NO AMOR DELA , UM DOCE

DIFERENTE, UM DOCE QUE SÓ FAZ BEM À ELE, COMO UM

DOCE DE DOCEDENI.”

(Mais uma homenagem que recebi do grande poeta Sírius Zamarks.)

mae e filho

“Mas você - eu não posso e nem quero explicar - eu agradeço.”

(Clarice Lispector)

sexta-feira, 19 de abril de 2013

História de índio de verdade.

Com a palavra, o índio.

Índio que pensa, que conserva as tradições, que cuida da natureza, que aprende com os mais velhos, que planeja a vida…

indios

O Indígena

(Silvio Meincke)

“Meu avô morreu com 115 anos de idade quando eu era um menino de doze anos. Aprendi muitas coisas boas com ele. Dizia que os brancos estavam ferindo a terra e que isso não era bom; que eles derrubavam as matas, expulsavam os animais, limpavam seus roçados com fogo e sujavam as águas; que estavam ofendendo a terra.

Quando meu avô partiu, minha mãe me lembrava das suas palavras. Ela pedia que eu estudasse bem a nossa cultura para defender a terra e a natureza. Somente assim o nosso povo poderia sobreviver.

– Defende teu espaço – ensinava minha mãe – fica ao lado do teu povo e preserva  sua cultura.

Estou seguindo estes conselhos e me empenhei para reaver essa área de Rio dos Índios. Enquanto não temos licença para morar dentro da área, ajudo meu grupo a sobreviver nesse pequeno pedaço provisório que mede menos de dois hectares.

Já estamos planejando como iremos tratar a terra quando tomarmos posse dela. A maior parte da área está desmatada, e restam poucas árvores. Foi jogado muito agrotóxico. Ervas nativas de grande valor foram destruídas, e fontes e córregos estão envenenados.

Iremos dar força à terra com adubo verde e esperar que ela se limpe dos venenos. Vamos replantar árvores de todas as espécies nativas e esperar que a mata volte com toda sua fartura.

– Terra boa para nós indígenas é terra com mata – dizia minha mãe. Por isso, iremos usar apenas uma parte da terra para plantar nossos alimentos. Já temos uma horta com aipim, batata-doce, milho, verduras e árvores frutíferas. Também queremos criar peixes e pequenos animais, mas vamos plantar e criar animais somente para consumo próprio, pois importa preservar a mata.

A mata nos dá quase tudo que necessitamos para viver. Nosso povo fica saudável quando vive na mata e pode colher os frutos da sua fartura. Aqui, ela foi destruída e, junto com ela, sumiu o pinhão, que foi um alimento importante dos nossos antepassados. Desapareceram todos os animais de porte grande e muitos pequenos. Sobraram poucos pássaros, e, por fim, os venenos mataram muitas plantas úteis, que nos serviam de alimento e remédio, mas que os brancos chamam de ervas daninhas, erva-má ou inço.

– Para nós – ensinava meu avô –, quanto mais plantas cobrem a terra, tanto mais bonita é nossa vida.

O Rio Uruguai tinha muito peixe. Era um rio vivo! Tinha surubim, pintadão, dourado,
bocudo, trairão e tantos outros. Quando as matas foram cortadas até a beiradinha, as águas diminuíram. Quando as lavouras foram lavradas intensivamente, as enxurradas trouxeram a terra solta que fechou as tocas dos peixes. Quando os venenos foram jogados nas lavouras, eles mataram o alimento nos rios. Os agrotóxicos mataram muitas formas de vida.

Nós iremos recuperar a nossa área. É um plano para longo prazo, porque a natureza precisa de tempo para curar as feridas. Precisamos ter paciência. Nossa mãe terra foi ferida. Vamos dar tempo a ela e tratá-la bem, para que sarem os ferimentos, e ela volte a cuidar de nós.

Nossa horta já se recuperou do envenenamento. Teve tempo de limpar-se. Nós não jogamos veneno nela. Por isso, ela nos dá alimento bom. Dá-nos verduras, aipim, batata-doce, inhame, alimentos que nosso grupo precisa. Temos verduras durante todo ano. Às vezes, sobra. Então, levamos as sobras para escolas e creches na cidade. Nossa mãe terra é generosa e queremos ser generosos também. Ela produz para todos os seus filhos, para os índios e para os brancos. É como todas as mães que dão seu leite aos filhos que criam.

– A terra não cobra nada pelos alimentos que nos dá – ensinava meu avô –, mas ela
quer que a tratemos com respeito.

Os brancos da cidade aceitam bem os alimentos que sobram da nossa horta, porque temos amizade com eles. Existe confiança e diálogo entre nós. Também conversamos com políticos de Vicente Dutra. Eles nos conhecem.

Sobrevivemos nesse hectare e meio, porque temos muita união. Além da horta, temos o nosso artesanato, que vendemos para comprar coisas que nos faltam. A natureza é a fonte também do nosso artesanato. Ela nos dá tudo. Por isso, quando tivermos acesso à nossa terra, iremos cuidar dela com muito carinho e tratá-la bem. Queremos que ela nos dê muitas árvores e muitas espécies de plantas, grandes e pequenas, com aves, animais, borboletas e abelhas.

Iremos deixar os pássaros viver livremente, porque eles vão trazer as sementes das ervas que foram eliminadas pelos venenos. Quanto mais ervas misturadas e quanto mais pássaros, tanto mais vida a terra tem.

Agora, faz pouco tempo, começaram a construir uma barragem aqui perto. Ela é muito importante para nossos amigos brancos. Para nós, ela não interessa. Ela vai represar o grande rio e mudar o jeito dele. Não sei se isso vai ser bom. Se fosse por mim, a barragem não seria construída, mas o nosso povo não foi perguntado.

indio

(Extraído do livro Quem vai alimentar o mundo. Histórias de pessoas que produzem alimentos, p. 66-70. Editora Oikos, 2011. Pedidos para silviolivros@gmail.com. In: http://www.comin.org.br/news/publicacoes/1308144533.pdf)

O Dia do Índio é apropriado para discutir a questão indianista e não para comemorar! Há muito o que ser feito nesse Brasil da diversidade.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

O vendedor de palavras

VENDEDOR_DE_PALAVRAS

(Fábio Reynol)

“Ouviu dizer que o Brasil sofria de uma grave falta de palavras. Em um programa de TV, viu uma escritora lamentando que não se liam livros nesta terra, por isso as palavras estavam em falta na praça. O mal tinha até nome de batismo, como qualquer doença grande, "indigência lexical". Comerciante de tino que era, não perdeu tempo em ter uma ideia fantástica. Pegou dicionário, mesa e cartolina e saiu ao mercado cavar espaço entre os camelôs.

Entre uma banca de relógios e outra de lingerie instalou a sua: uma mesa, o dicionário e a cartolina na qual se lia: "Histriônico — apenas R$ 0,50!".

Demorou quase quatro horas para que o primeiro de mais de cinquenta curiosos parasse e perguntasse.

— O que o senhor está vendendo?

— Palavras, meu senhor. A promoção do dia é histriônico a cinquenta centavos como diz a placa.

— O senhor não pode vender palavras. Elas não são suas. Palavras são de todos.

— O senhor sabe o significado de histriônico?

— Não.

— Então o senhor não a tem. Não vendo algo que as pessoas já têm ou coisas de que elas não precisem.

— Mas eu posso pegar essa palavra de graça no dicionário.

— O senhor tem dicionário em casa?

— Não. Mas eu poderia muito bem ir à biblioteca pública e consultar um.

— O senhor estava indo à biblioteca?

— Não. Na verdade, eu estou a caminho do supermercado.

— Então veio ao lugar certo. O senhor está para comprar o feijão e a alface, pode muito bem levar para casa uma palavra por apenas cinquenta centavos de real!

— Eu não vou usar essa palavra. Vou pagar para depois esquecê-la?

— Se o senhor não comer a alface ela acaba apodrecendo na geladeira e terá de jogá-la fora e o feijão caruncha.

— O que pretende com isso? Vai ficar rico vendendo palavras?

— O senhor conhece Nélida Piñon?

— Não.

— É uma escritora. Esta manhã, ela disse na televisão que o País sofre com a falta de palavras, pois os livros são muito pouco lidos por aqui.

— E por que o senhor não vende livros?

— Justamente por isso. As pessoas não compram as palavras no atacado, portanto eu as vendo no varejo.

— E o que as pessoas vão fazer com as palavras? Palavras são palavras, não enchem barriga.

— A escritora também disse que cada palavra corresponde a um pensamento. Se temos poucas palavras, pensamos pouco. Se eu vender uma palavra por dia, trabalhando duzentos dias por ano, serão duzentos novos pensamentos cem por cento brasileiros. Isso sem contar os que furtam o meu produto. São como trombadinhas que saem correndo com os relógios do meu colega aqui do lado. Olhe aquela senhora com o carrinho de feira dobrando a esquina. Com aquela carinha de dona-de-casa ela nunca me enganou. Passou por aqui sorrateira. Olhou minha placa e deu um sorrisinho maroto se mordendo de curiosidade. Mas nem parou para perguntar. Eu tenho certeza de que ela tem um dicionário em casa. Assim que chegar lá, vai abri-lo e me roubar a carga. Suponho que para cada pessoa que se dispõe a comprar uma palavra, pelo menos cinco a roubarão. Então eu provocarei mil pensamentos novos em um ano de trabalho.

— O senhor não acha muita pretensão? Pegar um...

— Jactância.

— Pegar um livro velho...

— Alfarrábio.

— O senhor me interrompe!

— Profaço.

— Está me enrolando, não é?

— Tergiversando.

— Quanta lenga-lenga...

— Ambages.

— Ambages?

— Pode ser também evasivas.

— Eu sou mesmo um banana para dar trela para gente como você!

— Pusilânime.

— O senhor é engraçadinho, não?

— Finalmente chegamos: histriônico!

— Adeus.

— Ei! Vai embora sem pagar?

— Tome seus cinquenta centavos.

— São três reais e cinquenta.

— Como é?

— Pelas minhas contas, são oito palavras novas que eu acabei de entregar para o senhor. Só histriônico estava na promoção, mas como o senhor se mostrou interessado, faço todas pelo mesmo preço.

— Mas oito palavras seriam quatro reais, certo?

— É que quem leva ambages ganha uma evasiva, entende?

— Tem troco para cinco?”

leitura

Um ótimo texto para comemorar o Dia Nacional do Livro Infantil. Crianças que desenvolverem o hábito e o gosto pela leitura, com certeza, serão adultos leitores em potencial!

Que nunca faltem consumidores de palavras em atacado! E, muito menos, autores criativos e talentosos.

Que o povo brasileiro sempre possa comprar cotidianamente feijão, alface e livros!

ler

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Teste “Psicológico”

teste psicológico

Hoje vamos todos voltar a sermos adolescentes.

Apresento um daqueles testes “psicológicos” que juram descobrir a nossa personalidade e o nosso jeito de ser.

Acontece que, este, eu respondi e o resultado foi exatamente como eu sou. Deu certo! Embora eu não tenha a menor ideia da sua cientificidade…

E se eu fiquei satisfeita com o resultado, quem sabe você não irá gostar também? Ainda que seja por puro divertimento.

Então, pegue lápis e papel para algumas poucas anotações. É rapidinho.

E não se sinta ridículo. Um monte de outros adultos também vai responder! Eu fui a primeira.

Bordas-Decoradas

Teste “Psicológico”

Dica: Antes de escolher a alternativa, IMAGINE, e somente depois veja em qual das alternativas melhor se encaixa o que você imaginou.

1- Você está passeando a pé por um caminho. O que vê a sua volta?
a) uma floresta escura, com enormes árvores, que impedem até a passagem dos raios de sol.
b) um campo de milho, debaixo de um céu fantástico.
c) montanhas grandes, cobertas por árvores bem verdes.

2- Em qual objeto você quase tropeçaria?
a) um espelho.
b) um anel.
c) uma garrafa.

3- Você pegaria qualquer um deles?
a) sim
b) não

4- Seguindo pela mesma trilha, você tem que atravessar um pedaço cheio de água. O que seria?
a) um limpo, claro e sereno lago.
b) uma ruidosa cachoeira.
c) um borbulhante riacho.

5- No meio da travessia, você vê uma chave dentro da água.Como ela é?
a) normal, de uma casa.
b) uma bonita chave antiga.
c) bem pequena, de cadeado.

6- Depois de passar pela água, você continua andando e, logo a frente, vê uma casa. De que estilo?
a) uma mansão à la Hollywood.
b) uma cabana com um gramado bem aparado.
c) um lindo castelo em ruínas.

7- O que você faz?
a) entra.
b) olha pela janela.
c) não se interessa.

8- De repente algo cruza seu caminho e assusta você. O que é?
a) um urso.
b) um mágico.
c) um gnomo.

9- Agora, você chega a um muro com uma porta e dá uma espiada no buraco da fechadura. O que vê do outro lado?
a) um jardim maravilhoso.
b) uma lagoa no meio do deserto.
c) uma praia com ruidosas ondas.

borboletas na chaminé

RESULTADOS:


1)
A VIDA COMO VOCÊ A VÊ:
a) A floresta indica que você vai fundo nas coisas que quer, sabe identificar seus objetivos e conciliar suas metas, porém é quieto(a), calmo(a) e cauteloso(a) . Todos que te conhecem o (a) acham interessante e não se cansam de elogiar seu ar misterioso, já que, por nada neste mundo, mostra seu verdadeiro eu logo de cara. Sabe ser um bom ouvinte.
b) O campo de milho indica que você é brilhante, sociável, amável, brincalhão(ona) . Faz amigos com facilidade e raramente se sente sozinho(a). Aonde quer que vá, é sempre o centro das atenções e, por isso, sente-se feliz e se diverte, digamos, até com uma certa facilidade.
c) Caso tenha escolhido as montanhas, é sinal de que você é prático(a), tem senso de justiça, pé no chão e conquista as pessoas por sua honestidade. Uma prova disso é que sua atitude quando alguém pede que ajude a resolver um problema. Antes de tomar qualquer partido, ouve as partes envolvidas.

2)
A PESSOA DOS SEUS SONHOS:
a) A escolha do espelho mostra que você não acredita que ‘polos opostos se atraem', quando isto é em relação ao amor, e que, só vai sossegar quando encontrar a sua 'alma gêmea', a pessoa que tenha os mesmos ideais seus. Nada mais justo. Só que é bom olhar um pouco mais a sua volta, porque de repente a pessoa perfeita para você pode ser alguém que normalmente você não olharia duas vezes.
b) A escolha do anel significa que você coloca os sentimentos acima de qualquer outra coisa na vida, até de seu amor próprio. Romântico(a), acredita em amor eterno, e rima 'amor com dor'. Mesmo quando está sofrendo e sendo rejeitado(a) , continua acreditando que a pessoa um dia vai descobrir que te ama. No seu projeto de vida, embora não admita, quer que seu parceiro(a) cuide de você e supra suas carências.
c) Se escolheu a garrafa você é ambicioso(a) , inteligente, prático(a) e quer um(a) companheiro( a) que ajude e batalhe ao seu lado, mais do que amor, paixão, busca, companheirismo e um parceiro(a) esperto(a), disposto(a), colaborador(a). Dos chamados 'moscas mortas', você prefere manter distância.

3)
VOCÊ QUER UM COMPROMISSO SÉRIO?
a) Se respondeu sim, você não vê a hora de encontrar a pessoa certa,   ou estando com alguém não tem problemas em se envolver.
b) Se respondeu não, tem outras prioridades, pelo menos por enquanto.

4)
LIMITES DA PAIXÃO:
a) O lago reflete seu desejo de querer se ver livre de relacionamentos superficiais. Porém, só quando encontrar alguém muito especial, é que vai mergulhar de cabeça.
b) A cachoeira revela que você gosta de conquistar, esbanjar seu charme e saber que as pessoas se apaixonam facilmente por você, mesmo que para você logo tudo perca a graça. Mas sempre aparece alguém novo, aliás, muito natural.
c) O que um riacho é capaz de fazer, não? Você vive apaixonado(a) e sempre por alguém diferente. Você é movido à paixões e emoções intensas, passionais. Não dá outra: está sempre com uma pessoa diferente e sempre jurando que encontrou o amor de sua vida.

5)
FUTURO BRILHANTE:
a) Se viu a chave de uma casa, você tem uma vontade secreta de abrir novos horizontes na sua vida, só não sabe que rumo seguir.
b) Se viu a chave antiga, mostra que você tem garra e uma vontade ilimitada de aprender tudo o que puder e que vai atrás e luta por seus objetivos.
c) Ver a chave do cadeado significa que, você acredita na sua intuição para ajudá-lo(a) a encontrar um caminho, fora do comum, que te abrirá as portas do sucesso.

6)
QUEM É QUE NÃO TEM AMBIÇÃO?
a) Escolher a mansão, quer dizer que você possui vários objetivos na vida, e muito legais. Além disso, se esforça para ser o (a) melhor em tudo que faz e sente-se atraído(a) por atividades que dão chance de expressar sua criatividade.
b) A cabana é a visão de uma pessoa realista sobre seu próprio futuro e que tem os pés firmemente plantados no chão. E provavelmente vencerá em qualquer atividade usando o esforço próprio.
c) Caso tenha achado o castelo mais simpático, é porque ainda não conseguiu decifrar muito bem o que deseja para o amanhã. Enquanto isso, para não se desapontar, caso alguma coisa dê errado, prefere sonhar com o que vai fazer com o dinheiro todo que irá ganhar, quando ficar milionário.

7)
QUANDO O SUCESSO CHEGAR
a) Entrar na casa é ter confiança em tudo o que faz, sabendo que existe sempre a possibilidade de erro ou acerto. Sendo assim, nada consegue atrapalhar seu caminho.
b) Se você olhou pela janela, é porque tem medo de falhar e por isso, desiste de tudo, sem ao menos ter tentado.
c) Caso não tenha se interessado, é porque você se contenta com coisas simples e prefere não correr atrás do sucesso.

8)
MEDO DE QUE?
a) Para você, que escolheu o urso, depender de alguém é a coisa pior que pode te acontecer na vida. Na sua opinião, uma pessoa alcança a felicidade a partir do momento em que estiver pronta para andar com os próprios pés.
b) Através do mágico, você demonstra o receio que tem com as situações que estão fora do seu controle. Porém, para aliviar tamanha tensão, procura ajuda com um poderoso guru e explicações sobrenaturais para seus problemas pessoais.
c) O gnomo é o retrato de uma pessoa preocupada com que os outros vão pensar dela, como os outros vão reagir se disser ou fizer coisas que elas não gostam ou aprovam. Afinal por que tanto medo de não ser aceito(a)?

9)
SEU EU MAIS PROFUNDO
a) Escolhendo o jardim, você provou que é maduro(a), honesto(a), sensível e dono(a) de uma inteligência privilegiada. Não é a toa que todos confiam em você de olhos fechados.
b) Se escolheu a lagoa, ela apenas reforça a sua necessidade de ter seu próprio espaço, até para se isolar quando sente que as coisas não andam lá como tinha planejado. Chegará um dia em que você descobrirá que compartilhar os sentimentos com alguém de sua confiança poderá ajudá-lo(a) a ficar melhor.
c) A praia é a escolha de quem é apaixonado(a) pela vida, nada convencional, com opiniões próprias e nem um pingo de receio de defendê-las e mudá-las, se for preciso.

E aí? Deu certo com você?

terça-feira, 16 de abril de 2013

Medo do Amor

medo de mim

Você tem medo de quê?

Todo mundo sente medo. Não vá negar!

Eu tenho medo de um monte de coisas, inclusive e principalmente, morro de medo da morte! Por mais certa que ela seja, não tem como lidar com a situação racionalmente. Nem a fé resolve este nó.

E ainda medo de barata. Medo de escuro. Medo de perder alguém. Medo de não viver um grande Amor. Medo de não conseguir manter a relação. Medo de amar e não ser amado.

O Amor em si dá medo! Mais do que de barata e de escuro.

Porém, jogo-me do penhasco. Arrisco-me. Compreendo os riscos, mas aprendi a voar. Perdi o medo de altura. Perdi o medo de amar!

Troco a incerteza pelo prazer da companhia. Troco a dúvida pelo cheiro e o calor do abraço. Troco qualquer temor pelo gosto do melhor beijo.

O próprio Amor vence qualquer medo. E os amantes são os mais corajosos que há.

Viver um Amor correspondido, verdadeiro e intenso não tem limites.

Nem a morte.

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Música boa para recordar…

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Dez maneiras de evitar as brigas.

brigas 2

Evitar as brigas é o mais sensato a ser feito, em situações de conflito. Mas, todos sabemos, que é muito difícil manter a calma durante uma discussão.

Apresento para vocês dez boas maneiras de esquivar-se. São sugestões da Dra. Sheri Jacobson.

Eu já li e reli algumas vezes. Quem sabe assim eu aprenda!…

E use.

como-evitar-brigas-com-seu-parceiro

“Discutir, argumentar, “brigar”.

Brigar nunca é bom, mas em sua forma primordial – o argumento, ou discussão – é uma forma de arte que, se feita de forma eficiente, pode ser uma maneira útil de entender como as pessoas se sentem, e até fazer mudanças positivas (em um relacionamento, digamos).

Quer saber como conseguir isso?

1 – MEÇA SUAS EMOÇÕES

Antes de iniciar uma discussão, é fundamental que você verifique o seu estado interno. Examine como você está se sentindo emocionalmente, em uma escala de um a dez: um sendo sereno, e 10 absolutamente furioso.

Se você estiver acima de 7,5, nem sequer pense em entrar em uma discussão. Quando você fica com raiva, seu corpo exibe sintomas físicos. Você regride para um estado mais “animal”, porque seus neurônios não são acionados com rapidez suficiente para uma área do cérebro chamada amígdala, responsável pelo processamento de nossas emoções.

Neste ponto, você já não é capaz de se engajar em pensamento racional e adequado: você entra em um primitivo estado de “luta ou fuga”. Neste estado, o seu corpo ou se prepara para qualquer luta, seja ela física ou verbal, ou para fugir em busca de abrigo (nenhuma das opções é boa, certo?).

Você vai notar sintomas físicos como aumento da frequência cardíaca, palmas das mãos suadas, temperatura elevada, tensão e pensamentos violentos. Quando você se sentir assim, pare, se afaste e reflita sobre por que você está tão bravo ou chateado.

2 – TOME FÔLEGO

Faça uma pequena pausa para tentar respirar lenta e profundamente: isso ajuda a sinalizar para o cérebro de que você não está em uma situação perigosa. Seu sistema nervoso vai começar a se comportar normalmente, e você será capaz de avaliar a sua situação de forma mais objetiva e racional.

3 – VERIFIQUE SE AS COISAS SÃO REALMENTE TÃO RUINS QUANTO VOCÊ PENSA

Às vezes, uma simples forma de terapia comportamental cognitiva (TCC) pode ser útil: observe o que está lhe deixando com raiva, pense sobre o porquê isso lhe incomodou e tente avaliar se a situação é realmente tão ruim quanto você pensa que é. Muitas vezes não é.

4 – LEMBRE-SE DA SUA META

Quando você finalmente decidir entrar em uma discussão, certifique-se de que você vai entrar nela com a atitude correta: o objetivo é ser feliz, não estar certo. Você deve querer resolver a situação, e não apenas competir ou entrar em uma discussão inútil.

5 – ATENÇÃO À LINGUAGEM

Qual o objetivo do conflito? Você quer um pedido de desculpas ou uma mudança de comportamento, por exemplo? Escreva o que você espera, para usar a linguagem apropriada – verbal e física – para deixar seus desejos ou queixas claros.

No calor do momento, coisas desnecessárias são ditas. Tente não confundir o propósito da discussão, para não diminuir qualquer chance de resolução.

6 – SEJA SUAVE

É quase impossível fingir que você não está com raiva ou chateado quando você está, mas tente não manter uma postura defensiva. Não cruze os braços ou gesticule muito descontroladamente. Se possível, sente-se em frente à pessoa com quem você está discutindo, e, se for o seu parceiro ou alguém com quem você tem intimidade, tente tocá-lo.

Lembre-se o tempo todo que o propósito do conflito é a resolução, é que ambos saiam tão felizes quanto possível. Isso significará compromisso, e o poder do toque vai demonstrar isso.

7 – OUÇA

Mais importante do que falar é ouvir. Você deve mostrar a outra pessoa que você está disposto e é capaz de ouvir os dois lados da história. Na verdade, ouvir os dois lados pode até mesmo ajudar a contextualizar seus próprios sentimentos, tornando mais fácil entender por que você ficou chateado em primeiro lugar.

Mas quando você começar a falar, tenha cautela. Argumentos não são jogos de culpa: sua chance de falar sobre suas emoções não deve ser uma chance de “xingar” ou implicar com alguém.

8 – SEJA POSITIVO

Em vez de dizer a alguém o que ele fez de errado e como isso lhe fez mal, centre a discussão em si mesmo e traga exemplos positivos de comportamento para ajudar a transmitir o seu ponto de vista.

Por exemplo, em vez de dizer “Você esqueceu meu aniversário e isso me deixou chateada”, diga “Eu me senti chateada quando você esqueceu meu aniversário, porque você é sempre tão atencioso”. Não diga “odeio que você sai todos os dias”, mas sim “eu gosto quando você fica comigo”, e assim por diante.

Isto imediatamente torna o tom da conversa menos agressivo, limita a extensão da culpa colocada sobre essa pessoa e torna mais fácil para ela entender porque você está infeliz.

9 – PENSE NO FUTURO

Tente não relembrar erros ou conflitos passados ao expressar o que sente. A pessoa com quem você está discutindo simplesmente ficará muito consciente de delitos passados que nem ela, nem você podem fazer algo para mudá-los.

Em vez disso, concentre-se no aqui e agora, ou não haverá resolução e reconciliação.

10 – HÁ FORÇA NA FRAQUEZA

Admitir uma fraqueza ou um erro é uma força definitiva e em muitos casos a chave para acabar com a disputa ou briga.

Se todo o resto falhar, procure ajuda. Pode ser muito fácil entrar em um ciclo interminável de divergências. Se você acha que precisa de um terceiro para “arbitrar” as conversas, muitos terapeutas atendem casais (também há terapeutas para outros tipos de relacionamento ou problemas).”

(Dra. Sheri Jacobson)

abraço

(Sugestão encaminhada pelo amigo internauta Archimedes, de SP)

domingo, 14 de abril de 2013

Café & Companhia

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Não se requenta o amor

(Rose Felliciano)

"Depois de muito tempo,
Percebi que pior que a separação
É o esquecimento...

Prefiro que briguem comigo
A que me ignorem.

Nunca a palavra "amigo"
Me soou tão mal e amargo...

Achei que estivesse
Nas minhas mãos
O que hoje vejo nos braços de outro...

Percebi que não se requenta o amor...
Fica amargo, feito café...

Melhor mesmo, é não deixar esfriar
Pois as minhas lágrimas hoje,
São os sorrisos de outro

E o tempo,
Que pensava eu,
Ser um Mestre...

Não passa de um coadjuvante e espectador
Da minha triste atuação...."

café

E para comemorar o Dia do Café, nada melhor do que um bem quentinho, numa boa xícara, enquanto a gente lê uma poesia que fala de amor… Se tiver acompanhado, tanto melhor. Duas xícaras são melhores do que uma.

Café é boa companhia. Deixa-nos em alerta. Dá força e vitalidade para encarar o que vier.

Café cedinho é sinônimo de bom dia.

Café da tarde é pausa para respirar e seguir a diante.

Café à noite, só para os fortes.

Café dividido com o seu amor, é certeza de relação duradoura!

Café & Companhia. Tudo de bom, todos os dias.

cafuné

sábado, 13 de abril de 2013

Beija eu, beija eu. Beija logo…

Seja eu!
Seja eu!
Deixa que eu seja eu
E aceita
O que seja seu
Então deita e aceita eu...

Molha eu!
Seca eu!
Deixa que eu seja o céu
E receba
O que seja seu
Anoiteça e amanheça eu...

Beija eu!
Beija eu!
Beija eu, me beija
Deixa
O que seja ser...

Então beba e receba
Meu corpo no seu
Corpo eu, no meu corpo
Deixa!
Eu me deixo
Anoiteça e amanheça...

Seja eu!
Seja eu!
Deixa que eu seja eu
E aceita
O que seja seu
Então deita e aceita eu...

Molha eu!
Seca eu!
Deixa que eu seja o céu
E receba
O que seja seu
Anoiteça e amanheça eu...

(Marisa Monte, “Beija eu”)

Beija eu. Beija eu.

Beija eu. Beija eu.

Beija eu. Beija eu.

Beija eu. Beija eu.

Beija eu. Beija eu.

Beija eu. Beija eu.

Beija eu. Beija eu.

Beija eu. Beija eu.

Beija eu. Beija eu.

Beija eu. Beija eu.

Beija eu. Beija eu.

Beija logo.

A vida é tão curtinha…

O dia é do beijo. Quero o meu presente…

Beijos cinematográficos

Beijos para a gente ficar na vontade…

Imperdoável. Em todos os cinco minutos de beijos cinematográficos,  nenhum de Mel Gibson.

(Um sonho meu, absurdamente impossível!)