domingo, 12 de maio de 2019

Relato de mãe

(Imagem: Reprodução)

Existe algo de inexplicável na maternidade. Explicá-la transcende a nossa limitação humana. Usamos da emoção para chegar bem perto, mas há alguma coisa de mágico, de sobrenatural, de extraordinário que nos cerceia.

A relação que nos une aos nossos filhos – digo porque sou mãe – é indecifrável. Simplesmente damos a vida por eles. Não existe amor maior!

Não sei se a razão está na biologia, na anatomia, na antropologia, na religião, na história ou, simplesmente, no coração de cada uma, mas falar de amor sem medidas é falar do amor materno.

Experimentei esse sentimento por duas vezes, em diferentes idades e circunstâncias da minha vida. Porém, com a mesma intensidade e fervor!

Sou mãe de dois filhos homens: partes independentes de mim. Por vinte e quatro horas do dia, estou de plantão para cuidar de febres, tosses, hipoglicemias, possíveis acidentes, aborrecimentos em geral. Assim como para compartilhar vitórias, sorrisos, boas notícias, alegrias de toda espécie.

Mãe sempre participa! Dá pitaco. Faz comidinha para agradar e diz que precisa melhorar a alimentação. Aconselha… Fala para ter cuidado no trânsito, no trabalho, na faculdade. Para cuidar do amor! Mãe não precisa ter ciúmes das namoradas, noras em geral. Todas se tornam filhas, igualmente amadas.

Ser mãe deu sentido à minha vida. Fez com que meu dinheiro não desse até o final do mês, mas transformou despesa em investimento.

Mãe e dois filhos formam uma família. Unida. Forte. Parceira. Fecunda. Construí a minha assim. Meu desejo para o Dia das Mães, é que meus filhos se tornem grandes pais e sejam tal como mães para seus filhos: guerreiros determinados que não medem esforços para proteger suas crias.

Assim como eu. E ela.

Parabéns para a minha mãe Moema e todas as mães, sejam elas da barriga ou do coração!

Hoje é o dia de quem cuida da gente.

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